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Impotência Sexual

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Impotência Sexual

Popularmente conhecida como impotência sexual a disfunção erétil

É a inabilidade de atingir ou manter uma ereção suficiente para uma relação sexual satisfatória. Muitos pacientes deixam de procurar ajuda médica, às vezes por vergonha ou receio, mas estima-se que a condição afete cerca de 25 milhões de homens com mais de 18 anos no Brasil!

Quais os fatores de risco para a Disfunção Erétil?
A disfunção erétil compartilha os fatores de risco das doenças cardiovasculares como:

  • Obesidade
  • Tabagismo
  • Colesterol elevado
  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Sedentarismo

Além destes fatores existem inúmeras outras causas para a impotência sexual, incluindo doenças neurológicas, deficiências hormonais e uso de alguns tipos de medicações. A testosterona é um hormônio produzido pelos testículos com ação primordial na função sexual masculina, regulando o desejo sexual (libido), e com fortes evidências de que a testosterona contribua para a ereção.

“Estou com disfunção erétil Dr…acho que minha testosterona está baixa.” Esta é uma queixa frequente no consultório, mas nem sempre está correta. Os níveis reduzidos de testosterona levam a uma série de sintomas além da queda de libido e redução da potência. Inclusive, há uma condição que afeta mais comumente homens idosos, desencadeada pela queda dos níveis de testosterona que ocorrem naturalmente com o passar do tempo: a DAEM (disfunção androgênica do envelhecimento masculino). Esta síndrome engloba inúmeros sintomas como fadiga, cansaço, fraqueza, indisposição, redução da massa e força muscular, sonolência ou insônia, redução da memória e cognição.

Mas o ponto é: nem sempre a disfunção erétil é causada pelos baixos níveis de testosterona, e a reposição indiscriminada deste hormônio pode causar prejuízos à sua saúde!!! Seria mais prático acreditar que a disfunção erétil seria decorrente da baixa testosterona e que poderíamos resolvê-la com uma “simples” reposição, mas isto infelizmente não é verdade! Existem inúmeros fatores que, atuando em conjunto, podem ocasionar a disfunção erétil e devemos avaliar cada caso individualmente.

Como a disfunção erétil é tratada?
Como disse anteriormente, avaliamos cada caso de maneira individualizada, tentando detectar e tratar as causas do problema. Muitas vezes, ela está associada a doenças crônicas (como hipertensão e diabetes) que ocasionam o entupimento dos pequenos vasos que levam sangue ao pênis e são responsáveis pelo enchimento dos tecidos esponjosos. Veja na figura abaixo que estes tecidos são os que se enchem de sangue e fazem com que o pênis fique ereto.

 

Os danos causados nestes vasos podem ser irreversíveis e mesmo que controlemos a doença causadora, a disfunção erétil pode persistir em algum grau. Nestes casos podemos introduzir algumas medicações que são facilitadoras da ereção, incluindo o viagra. Apesar de existir um mito de que estas medicações possam levar a problemas no coração, elas são extremamente seguras do ponto de vista cardiovascular. 

Estudos sugerem que o uso da sildenafila, tadalafila e outros remédios do gênero não está associado a um maior risco de infarto ou morte cardiovascular. Alguns estudos mostram, inclusive, que pacientes que fazem uso destas medicações têm uma melhor performance do coração e menor risco de infarto e morte.

Em alguns casos, quando não há resposta a medicação oral, podemos partir para os tratamentos injetáveis (injeção de medicações diretamente no pênis através de uma agulha de fino calibre). Existem, até mesmo opções definitivas como colocação de próteses penianas, mas sempre pautando a decisão de maneira individualizada e tomando uma decisão compartilhada com o paciente!

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